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Mais de 82% dos utilizadores de Internet em Portugal fizeram chamadas voz online em 2023 – Observador

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Portugueses estão entre os que mais fizeram chamadas de voz através da internet. Quase 80% dos utilizadores em Portugal recorreu à internet para ler notícias online e para participar em redes sociais.
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O relatório indica que a "utilização de redes sociais em Portugal foi significativamente superior à média da UE27 (+14,5 p.p.)"
RITCHIE B. TONGO/EPA
O relatório indica que a "utilização de redes sociais em Portugal foi significativamente superior à média da UE27 (+14,5 p.p.)"
RITCHIE B. TONGO/EPA
Mais de 82% dos utilizadores de Internet em Portugal realizaram chamadas de voz e vídeo através de serviços ‘over-the-top’, indica o relatório da Autoridade Nacional de comunicações (Anacom) divulgado esta segunda-feira.
De acordo com o relatório sobre a utilização de serviços ‘over-the-top’ [plataformas que fornecem os seus serviços através de Internet] em 2023, “cerca de 82,4% dos utilizadores com acesso à Internet efetuaram chamadas de voz ou vídeo através desse tipo de acesso, mais 0,9 pontos percentuais (p.p.) do que em 2022”, sendo que “o crescimento anual verificado foi o mais baixo desde 2015”.
Segundo a Anacom, “Portugal continuou acima da média da União Europeia (UE27) (+7,2 p.p.), ocupando a 8.ª posição do ‘ranking’ da utilização deste tipo de serviços”.
Se for considerado o total de indivíduos e não apenas aqueles com acesso à Internet, “a penetração de chamadas de voz/vídeo ‘online’ seria de 70,7%, +1,9 p.p. do que a média europeia”, sendo que “Portugal ocupava a 15.ª posição do ‘ranking’ da UE27, tendo verificado um aumento relevante face a 2019, em que se posicionava no último lugar deste ‘ranking”.
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O ‘instant messaging’ foi utilizado por 92,2% dos utilizadores de Internet, encontrando-se 10,3 p.p. acima da média da UE27 e ocupando a 8.ª posição no respetivo ‘ranking’”, lê-se no documento.
“Caso se considere o total de indivíduos, e não apenas os utilizadores de Internet, a penetração deste serviço em Portugal é de 79,1%. Segundo esta perspetiva, Portugal ficou 4,2 p.p. acima da média europeia, posicionando-se no 13.º lugar do ranking da UE27”.
“A informação mais recente, relativa a 2022, evidencia que 42,3% dos utilizadores de Internet subscreveram serviços ‘videostreaming on demand’ (+8,6 p.p. que em 2020), encontrando-se Portugal na 16.ª posição no ranking da UE27”, adianta.
Se for tido em conta o total de indivíduos, e não apenas os utilizadores de Internet, “a penetração destes serviços em Portugal seria de 35,8% em 2022 (+9,4 p.p. que em 2020), ocupando Portugal a 17.ª posição do ‘ranking’ da UE27”.
Entre outros serviços ‘over-the-top’, “destacam-se a leitura de notícias ‘online’ (79,7%), a participação em redes sociais (79,3%), a música ‘online’ (72,6%) e o Internet ‘banking’ (68,6%) com elevados níveis de participação entre os utilizadores de Internet em Portugal em 2023″.
O relatório indica que a “utilização de redes sociais em Portugal foi significativamente superior à média da UE27 (+14,5 p.p.)”.
Relativamente ao comércio eletrónico e Internet ‘banking’, a sua utilização não foi tão popular em Portugal como nos 27.
“A pesquisa de informação sobre saúde (63,6%) foi dos serviços analisados que mais cresceu face ao ano anterior (+5,1 p.p.), entre os utilizadores de Internet, tendo ainda ultrapassado a média da UE27 (+2,1 p.p.)”, refere.
Por regiões, “destacam-se os utilizadores de Internet da região da Área Metropolitana de Lisboa com maior proporção de utilização de Internet banking (73,0%)” e, “no outro extremo, o Alentejo e a Região Autónoma dos Açores (63,1% e 64,1%, respetivamente) foram as regiões com menor utilização deste serviço”.
Em termos de características sociodemográficas dos utilizadores de ‘over-the-top’, “os indivíduos mais jovens, com o ensino superior e estudantes apresentaram uma maior propensão para a utilização” dos diversos serviços deste tipo referidos no relatório, tal como acontece na média da UE27.
“No entanto, durante 2023, registou-se um aumento na utilização de alguns serviços ‘over-the-top’ em grupos específicos, caracterizados por utilizar estes serviços de forma menos expressiva, como é o caso dos indivíduos com menor nível de escolaridade na realização de chamadas de voz ou com o ensino secundário no caso da utilização de ‘instant messaging‘”.
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